Fraturas do colo do fêmur em jovens podem deixar seqüelas tardias
As complicações associadas com fraturas de tensão de cabeça do fêmur que não foram corretamente diagnosticadas ou tratadas em adultos jovens e ativos já foram bem documentadas na literatura ortopédica. Mas é menor o conhecimento relativo ao resultado destes danos em pacientes cujo diagnóstico foi feito em tempo e nos quais o tratamento foi apropriado. Pesquisadores americanos avaliaram 25 pacientes previamente envolvidos em um estudo que avaliou as fraturas de tensão do colo do fêmur foram contatados 5 a 7 anos retrospectivamente após a fratura. Os resultados de seu estudo, publicados esta semana na revista Journal of Orthopaedic Trauma, indicou que 68% destes pacientes continuaram a ter queixas tardiamente, demonstrando que mesmo sendo os pacientes adequadamente tratados, independentemente do método de tratamento, este tipo de lesão pode levar a queixas persistentes.
Fonte: Journal of Orthopaedic Trauma