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O risco de câncer associado às neoplasias gástricas não-invasivas (antigamente chamados de displasias) tem sido debatido. Um novo estudo prospectivo a longo prazo investigou o comportamento clínico-patológico da neoplasia gástrica não-invasiva, enfocando o risco de câncer associado com cada fenótipo histológico diferente. O estudo, publicado no mês de Agosto de 2003 da revista Gut, e escrito por pesquisadores de várias universidades italianas, seguiu um total de 118 pacientes (nove indefinidos para neoplasia não-invasiva; 90 com neoplasia não-invasiva de baixo grau; 16 com neoplasia não-invasiva de alto grau; e três suspeitos de adenocarcinoma invasivo) com este diagnóstico por um tempo médio de 52 meses. Os autores verificaram que o risco de câncer gástrico invasivo aumenta com o grau histológico da neoplasia não-invasiva. O seguimento de pacientes com neoplasia gástrica não-invasiva aumenta a probabilidade do câncer gástrico ser descoberto em suas fases iniciais.
Fonte: Gut
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