Há 30-40 anos, o zumbido ocorria predominantemente em idosos. Nas últimas décadas tem-se observado um aumento em sua incidência e manifestação também em jovens.
Há diferentes formas de manifestação do zumbido quanto a qualidade de som e ruído, variando desde zumbido grave até sons pulsantes, graves e agudos, toque de sinos e inclusive músicas. Segundo Rudolf Steiner, “trata-se de um enfraquecimento do corpo astral (ou das forças psíquicas) frente ao corpo elétrico (ou das forças revitalizantes) no âmbito vesical.
No ouvido, o corpo astral (ou das forças psíquicas) se comporta de modo oposto. Aqui ele atua com excessiva intensidade, manifestando-se como zumbido nos ouvidos”.