Pediatria/Criança - A criança com febre no consultório
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Pediatria/Criança

A criança com febre no consultório

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A criança com febre no consultório

Fever in pediatric office practice
Jayme Murahovschi

J Pediatr (Rio J) 2003;79 Supl 1:S55-S64: febre, doenças febris, febre de origem esconhecida, visitas a consultório médico.

Objetivo: quando a queixa febre é única ou preponderante, em criança atendida em consultório ou ambulatório, é recomedado selecionar aquelas que requerem investigação mais apurada, determinar os exames mais indicados para triagem, detectar os casos que exigem intervenção imediata e saber lidar com o sintoma febre e a ansiedade que ela provoca.

Fontes de dados: levantamento bibliográfico no Medline e em artigos previamente selecionados por sua importância.

Síntese de dados: a febre pode acarretar alguns efeitos danosos e outros benéficos, nenhum de grande monta. A anamnese deve enfocar faixa etária, intensidade da febre, tremores de frio, alterações evidentes do apetite e do comportamento (estado infeccioso), outros sintomas localizatórios e duração do episódio febril. Os exames de triagem são hemograma, VHS, proteína C-reativa, exame de urina (leucócitos e bacterioscópico), eventualmente liquor e hemocultura. O tratamento da febre pode ser feito com antitérmicos, às vezes, completado com meios físicos (banho, compressas) para reduzir o desconforto.

Conclusão: a criança com febre exige do pediatra conhecimentos técnicos que se aplicam a todos os casos, e empatia, para individualizar a conduta.

Jornal de Pediatria


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