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A prevenção das complicações tromboembólicas após artroplastia eletiva da extremidade inferior tem sido feita de modo crescente com tromboprofilaxia rotineira em todos os pacientes. Porém, nem todos os pacientes estão sob o mesmo risco de tromboembolismo, e a profilaxia não é destituída de complicações. Buscando examinar os fatores de risco para embolia pulmonar e trombose venosa profunda após artroplastia eletiva de quadril ou do joelho, pesquisadores da Clínica Mayo avaliaram 116 pacientes de um grupo de 9,791 submetidos a estas cirurgias, em um período de 10 anos. Estes pacientes foram comparados em uma proporção de 1:1 com outros operados que não tiveram complicações tromboembólicas. Os resultados foram publicados ontem na revista Anesthesiology, e revelaram que a obesidade, uma classificação ruim no escore da ASA, e a ausência de tromboprofilaxia, são fatores de risco independentes para eventos tromboembólicos clinicamente pertinentes.
Anesthesiology
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