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Existem claras evidências de que a aspirina reduz os riscos do primeiro infarto agudo do miocárdio (IAM). Dados recentes também sugerem que outras drogas anti-inflamatórias não esteróides (NSAIDs) podem interferir com este benefício da aspirina. Pesquisadores de múltiplas instituições americanas realizaram uma análise randomizada de um subgrupo de pacientes, que era parte de um estudo prospectivo de 5 anos de duração, duplo-cego, placebo-controlado, usando-se 325 mg de aspirina em dias alternados entre 22.071 homens, e que estavam em uso de NSAIDs. Os resultados, publicados na revista Circulation desta semana, mostraram um total de 378 IAMs, sendo 139 no grupo da aspirina e 239 no grupo em uso de placebo. Os dados sugeriram que o uso regular, mas não intermitente de NSAIDs inibe os benefícios clínicos da aspirina.
Circulation
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