Antienvelhecimento/Longevidade - Pausas nos rítmos humanos
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Antienvelhecimento/Longevidade

Pausas nos rítmos humanos

14/09/2003

 

 

As várias "pausas" humanas

Não aceite mais os sintomas e sinais da "velhice" como algo necessariamente inevitável.


 

Com o avançar das pesquisas na área da longevidade, fica cada vez mais evidente o papel fundamental que a queda nos níveis de vários hormônios no nosso organismo exerce nos processos do envelhecimento. Pelos novos conceitos vigentes, nós, seres humanos, na verdade experimentamos várias "pausas", que se instalam de forma peculiar em cada indivíduo, em momentos distintos da vida, em intensidades e extensões diferentes. Trazem, por isto mesmo, repercussões diversas, o que exigem uma abordagem completamente personalizada para cada um de nós. Ao longo da vida, mais precisamente a partir dos 35 anos, se o nosso perfil hormonal não for corretamente avaliado, poderemos ser afetados de maneira implacável por estas várias "pausas", muitas delas com efeitos devastadores no nosso organismo. Um perigoso agravante é que a grande parte dos sinais e sintomas ocasionados pelas "múltiplas deficiências hormonais" são confundidos com os processos "normais" do envelhecimento. Aqui estão, muito resumidamente, para sua informação, algumas das "pausas" humanas:

Eletropausa: perda gradual da velocidade de condução do impulso nervoso nos neurônios. Está ligada aos mecanismos desencadeadores das demências, podendo ser completamente revertida.

Psicopausa: causada por diminuição do metabolismo cerebral, provoca alterações do comportamento e da personalidade.

Pinealpausa: declínio dos níveis de melatonina, afetando profundamente os mecanismos no sono e repercutindo na ação do hormônio do crescimento humano.

Tireopausa: declínio da função tireoidiana, trazendo grandes prejuízos a maioria dos nossos órgãos e sistemas, principalmente na diminuição dos níveis de energia e ganho de peso.

Paratireoidopausa: declínio dos níveis do paratormônio, repercutindo no metabolismo, do cálcio, magnésio e outros elementos.

Timopausa: evidenciada pela gradual atrofia do timo, que desaparece em idades mais avançadas e provoca o enfraquecimento do sistema imunológico.

Adrenopausa: diminuição de DHEA, implicando em grandes prejuízos para o sistema imunológico, acelerando os processos de envelhecimento, e, causando também gradual dificuldade em metabolizar o açúcar no sangue.

Nefropausa: queda do hormônio eritropcetina, prejudicando o sistema de eliminação de resíduos tóxicos do nosso organismo.

Gastropausa: gradual declínio dos processos digestivos, prejudicando a absorção de nutrientes e vitaminas.

Vaseulopausa: perda da elasticidade dos vasos sangüíneos, repercutindo de forma devastadora na pressão arterial e no risco de desenvolver doenças coronarianas.

Osteopausa: ineficiência na absorção de cálcio e nos sistemas de formação óssea, elevando os riscos de osteoporose.

Dermatopausa: gradual perda de elasticidade e hidratação da pele, associada aos processos de enrugamento e adelgaçamento, diminuição da produção de colágeno e perda da habilidade em sintetizar vitamina D.

Foliculopausa: consiste na perda de cabelos, atingindo homens e mulheres.

Depois de tudo isso, é necessário adotar uma postura ativa: não aceite mais os sintomas e sinais da "velhice" como algo necessariamente inevitável. Procure avaliar o seu perfil hormonal e você logo perceberá que muitos dos incontáveis remédios e drogas que fazem parte da sua vida e da maioria das pessoas, poderão ser destinados a um lugar onde são bem mais úteis: na lata do lixo!

 

Ítalo Rachid

 


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