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Tumores malignos cutâneos como carcinoma de células basais e carcinoma de células de escamosas afetam até 40% de receptores de transplantes de órgãos sólidos dentro de 20 anos depois do transplante. Estes tumores respondem por uma taxa de mortalidade de 5% a 8% entre estes pacientes. Em artigo publicado no último número da revista Archives of Dermatology, pesquisadores europeus analisaram 146 receptores de transplante que desenvolveram 176 tumores basocelulares. A análise levou os autores a concluírem que os carcinomas de células basais em receptores de transplantes mostram algumas diferenças clínico-patológicas dos tumores que surgem em pessoas comuns, entre elas uma idade mais jovem ao surgimento do tumor, preponderância masculina, distribuição mais freqüente em locais extracefálicos, e freqüência mais alta de subtipos superficiais.
Archives of Dermatology
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