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Durante o parto, 60% das primíparas e 40% das multíparas têm dores muito fortes. Num estudo realizado em 1995, cerca de 40% de 697 mulheres, em trabalho de parto, com muitas dores, não tiveram alívio com o emprego de analgésicos. Em muitas maternidades não são administradas drogas analgésicas que podem causar efeitos colaterais tanto na mãe como no feto. S. Phumdoung e colaboradoras, enfermeiras, da Faculdade de Obstetria, Hatyai, da Tailândia dividiram, num estudo caso-controle, 55 primíparas (grupo A), em quem existiu o efeito da música suave, durante o trabalho de parto, comparando-as a 55 parturientes, do grupo B, que não ouviram música. A escolha dos grupos foi aleatória. A terapia com música foi administrada antes do início, e durante a fase ativa do parto por três horas. A avaliação da dor e ansiedade foi realizada antes, e três horas após o teste por meio de duas escalas analógicas visuais. As dores e estresse aumentaram significativamente durante as primeiras 3 horas em ambos os grupos (p <0,001), mas, o estresse no grupo A foi menor na primeira hora. O estresse foi significativamente menor do que as dores em ambos os grupos (p <0,05). As autoras sugerem que a música suave, durante o trabalho de parto, pode ser uma opção para o alívio da dor, minimizando o sofrimento das mulheres durante esta fase.
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