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Ácido Fólico aumenta a taxa de reestenose em stents cardíacos ACC 2003: FACIT
Sabe-se que a administração de ácido fólico reduz níveis séricos elevados de homocisteína, um comprovado fator de risco para doença cardíaca, poderia também limitar o processo de reestenose em stents coronarianos.
Ao contrário dos achados de estudos anteriores, a administração de folato e outras vitaminas do complexo B para pacientes que receberem stents não diminui o risco de reestenose da coronária, de acordo com os recentes resultados do estudo FACIT (Folate After Coronary Intervention) e surpreendentemente elevaram a taxa de reestenose que receberam a suplementação.
636 pacientes que tiveram stents implantados com sucesso foram separados randomicamente em dois grupos, um recebendo suplementação de folto e vitaminas B6 e B12 e outro grupo controle sem sumplementação.
“Os resultados do FACIT são surpreendentemente contraditórios à nossa hipótese inicial e também aos resultados já publicados do Swiss Heart Study. Nossos paceintes apresntaram um diêmtero mínimo luminal menor aos 6 meses de seguimento e também maiores taxas de reestenose e eventos coronarianos.”, afirmou o Dr. Helmut W. Lange, do Centro Cardíaco de Bremen, na Alemanha.
“A combinação de ácido fólico, vitaminas B6 e B12 deve ser evitada.”, afirmou o Dr. Helmut.
Entretanto ainda estão sendo estudados e não há nenhuma conclusão sobre a admintração de folato em pacientes com doença coronariana crônica.
“Este é um dos poucos estudos que eu conheço que nos dizem claramente que vitaminas não são sempre benéficas, elas podem inclusive ser prejudiciais em certas situações.”, finalizou o pesquisador.
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