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Pesquisadores da Clínica Mayo testaram a hipótese de que os pacientes com apnéia obstrutiva do sono(AOS) não-tratada estariam sob risco aumentado para recorrência da fibrilação atrial (FA) após uma cardioversão. O estudo, publicado esta semana na revista Circulation, obtiveram dados de modo prospectivo acerca da história, ecocardiograma, ECG, índice de massa corpórea, hipertensão, diabetes, classe funcional, fração de ejeção e medicamentos em pacientes com FA/flutter atrial referidos para cardioversão elétrica. Foram identificados quarenta e três destes pacientes como tendo apnéia obstrutiva do sono com base em um estudo prévio do sono. Dados relativos ao uso de pressão positiva contínua em via aérea (CPAP) e repetição da FA foram obtidos em 39 destes pacientes. Os resultados indicaram que os pacientes com a AOS sem tratamento têm uma taxa de repetição mais elevada da FA após cardioversão do que os pacientes sem um diagnóstico de apnéia do sono.
Fonte: Circulation
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