A radiação solar é indispensável para a vida. Porém não se pode esquecer dos efeitos desencadeados pelo excesso de sol como queimaduras, alergias ao sol, envelhecimento e câncer da pele.
A prevenção do dano solar, na pele, pode ser feito de duas maneiras: a proteção natural e a proteção artificial.
A proteção natural é feita através dos componentes da pele, por exemplo, o pigmento melanina produzido pelas células. A proteção artificial se faz através da utilização de roupas e objetos, como chapéus, guarda-sóis, tecidos coloridos que impedem a penetração da radiação solar na pele. A proteção artificial também se faz pelo uso de fotoprotetores, que são substâncias com capacidade de absorver, refletir e dispersar a luz solar reduzindo os danos da pele. Os fotoprotetores comumente usados são de uso tópico, ou seja, aplicados sobre a pele formando uma camada protetora. Podem ser classificados em físicos (bloqueadores solares) que impedem a absorção da luz, ou químicos (filtros solares), que absorvem a radiação reduzindo sua quantidade.
De acordo com o tipo de pele o fator de proteção solar (FPS) pode variar de indivíduo para indivíduo, onde a indicação ideal deve ser feita pelo dermatologista. Existem vários produtos no mercado específicos para cada pele.
Assim a fotoproteção constitui um método simples de prevenção das doenças de pele relacionadas ao sol, principalmente o envelhecimento cutâneo e o câncer da pele.
Clínica de Dermatologia da Santa Casa de São Paulo