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· A intolerância à glicose, condição de maior risco tanto de evoluir para o diabetes como de desenvolver doença aterosclerótica, tinha prevalência de 7,8% (semelhante à do diabetes). Representando uma situação onde as medidas de intervenção podem apresentar grande impacto, modificando sua evolução (Figura 2).
· Considerando todas as faixas etárias estima-se que no Brasil existam 5 milhões de diabéticos, dos quais metade desconhece o diagnóstico. O número de intolerantes é estimado em 3.5 milhões.
· Do total de casos de diabetes, 90% são do tipo não-insulino-dependente (Tipo 2), 5 a 10% do tipo insulino-dependente (Tipo 1) e 2% do tipo secundário ou associado a outras síndromes.
· A prevalência do diabetes é semelhante para homens e mulheres. Aumenta consideravelmente com o progredir da idade. Dados brasileiros mostram que a prevalência varia de 2,7% para o grupo etário 30-39 até 17,4% para o grupo de 60 a 69 anos (Figura 3).
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