No começo do novo milênio, já no século XXI, paixões impetuosas continuam a acender o fogo do desejo, despertando nos pobres mortais culpas oriundas de conceitos pré-determinados do certo e do errado, do bom e do ruim, do que serve ou não serve.
Agora os mortais procuram desejos divinos, templos exóticos e imponentes, locais e desejos comuns entre deuses e mortais.