Hipertensão/Pressão Alta - Hipertensão arterial
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Hipertensão/Pressão Alta

Hipertensão arterial

24/02/2004


 

A elevada incidência da hipertensão arterial tem sido observada no mundo inteiro apesar da variação entre os países. O grande problema é que a maioria dos hipertensos, não desconfia que têm a doença e não se cuida direito. Entre 12 a 13 milhões de brasileiros com pressão alta, cerca de 2,7 milhões se tratam e consequentemente 10 a 11 milhões estão em risco.

COMO FUNCIONA O CORAÇÃO?

O coração bombeia o sangue através de canais chamados artérias e arteríolas. Estes tubos levam o sangue para todas as partes do corpo. Quando o sangue é bombeado através das artérias, ele é empurrado contra as paredes das mesmas. Esta pressão de fluxo sanguíneo é chamada pressão sanguínea arterial ou simplesmente pressão arterial.

O QUE É PRESSÃO ARTERIAL

É a força exercida pelo sangue contra a parede arterial.

Varia de minuto a minuto dentro de um intervalo limitado. Porém, quando se eleva e permanece elevada, é chamada de pressão arterial elevada.

COMO A PRESSÃO AUMENTA

Se a espessura de suas artérias diminuir, há maior dificuldade do sangue passar, e o seu coração terá que trabalhar mais para bombear o sangue. Caso a pressão em suas artérias aumente acima do nível normal ou do desejável e permaneça assim o resultado do estreitamento das artérias causa elevação da pressão arterial acima dos níveis normais, você terá pressão alta ou hipertensão. Ela não é apenas um número maior de pressão. É uma doença, e quanto maiores os níveis, maiores os riscos à saúde.

Sua pressão sanguínea varia em diferentes atividades. A tendência é que ela diminua durante o sono e aumente quando você estiver em atividade física ou agitado. Normalmente a pressão deve ser medida enquanto estiver sentado ou deitado.

COMO A PRESSÃO ALTA
PODE CAUSAR DANOS AO SEU ORGANISMO

A pressão alta poderá danificar as paredes das artérias (desgastando alguns pontos) ou acelerando a formação de depósitos de gordura formando as placas de gordura chamados ateromas, estreitando as artérias (aterosclerose). Como consequência, poderão surgir coágulos e interrupções do fluxo sanguíneo das artérias aos tecidos, aumentando, assim, o risco de ataque cardíaco.
Na hipertensão, o risco de derrame cerebral, problemas renais e insuficiência cardíaca congestiva aumenta, podendo inclusive afetar a irrigação sanguínea da retina nos olhos. As pessoas com hipertensão não controlada correm três vezes mais risco de desenvolver ataque cardíaco, seis vezes mais de sofrer insuficiência cardíaca congestiva e sete vezes mais de ter derrame cerebral do que as pessoas com uma pressão normal.
A pressão não controlada poderá prejudicar seu corpo de várias maneiras. Seu coração e artérias serão forçados a trabalhar mais; seu coração poderá dilatar-se de tal modo que encontrará dificuldades em atender às necessidades de seu organismo.

QUAL É A CAUSA DA HIPERTENSÃO?

Em 90% das pessoas hipertensas, a causa é desconhecida. Chamamos a isto hipertensão primária ou essencial. A hipertensão essencial normalmente é o resultado de estreitamento das artérias. Quando a quantidade de sangue a ser bombeada através do corpo permanece igual e as artérias se estreitam, a pressão sobe.
Também pode ocorrer hipertensão quando o corpo retém líquido em demasia e uma quantidade maior de líquido terá de fluir através das artérias.
Em alguns casos, a pressão alta poderá ser causada por problemas renais ou desequilíbrios hormonais. Este tipo de hipertensão menos comum é chamada de secundária e poderá ser curada através de tratamento médico específico. A hipertensão secundária pode ser provocada pelo estreitamento da aorta; doenças nos rins e distúrbios da tireóide. Outra possibilidade: tumores , principalmente da glândula supra-renal e alguns medicamentos que afetam a circulação do sangue nas artérias.

COMO PERCEBER A PRESENÇA DA PRESSÃO ARTERIAL

A pressão arterial é uma doença que muitas vez aparece sem qualquer sintoma. Alguns indivíduos só depois de anos e que descobrem que são portadores da doença.
Sintomas como tontura, dor de cabeça, palpitação e vista embaraçada podem ser sinais de que a doença está afetando as artérias e os órgãos vitais.

O QUE SIGNIFICAM OS NÚMEROS DE
UMA MEDIDA DE PRESSÃO ARTERIAL?

Significam uma medida de pressão calibrada em milímetros de mercúrio (mmHg). O primeiro número, ou o de maior valor, é chamado de sistólico, e corresponde à pressão da artéria no momento em que o sangue foi bombeado pelo coração. O segundo número, ou o de menor valor é chamado de diastólico, e corresponde à pressão na mesma artéria, no momento em que o coração está relaxado após uma contração. O local mais comum de verificação da pressão arterial é no braço, usando como ponto de ausculta a artéria braquial. O equipamento usado é o esfigmomanômetro ou tensiômetro, vulgarmente chamado de manguito, e para auscultar os batimentos, usa-se o estetoscópio.

COMO DIAGNÓSTICAR E CLASSIFICAR A PRESSÃO ARTERIAL

A hipertensão arterial é definida como pressão arterial sistólica (PAS) de 140 mmHg ou mais elevada; pressão arterial diastólica (PAD) de 90 mmHG ou mais elevada ou quando em uso de medicação anti-hipertensiva. O objetivo da identificação e tratamento da pressão arterial elevada é reduzir o risco de doença cardiovascular. Com esse fim, é útil fornecer uma classificação da pressão arterial de adultos com o objetivo de identificar os indivíduos de alto risco e fornecer orientações para o acompanhamento e tratamento.
A relação positiva entre PAS e PAD e o risco cardiovascular tem sido há muito reconhecidos. Por essa razão, embora a classificação da pressão arterial para adultos seja de certo modo arbitrária, é útil aos clínicos que precisam decidir pelo tratamento com base em inúmeros fatores incluindo ao real nível pressórico. Essse critérios servem para indivíduos que não estejam tomando medicação anti-hipertensiva e que não apresentem a doença aguda. Essa classificação é baseada na média de duas ou mais leituras realizadas de acordo com as seguintes recomendações em cada uma de duas ou mais visitas após uma visita inicial de investigação. Quando a PAS e a PAD caem em categorias diferentes, a categoria mais alta deve ser selecionada para classificar a pressão arterial do indivíduo.

O diagnóstico da hipertensão arterial é basicamente estabelecido pelo encontro de níveis tensionais permanentemente elevados acima dos limites de normalidade, quando a pressão arterial é determinada por meio de métodos e condições apropriados. Portanto, a medida da pressão arterial é o elemento fundamental para o estabelecimento do diagnóstico da hipertensão arterial.

TABELA 1 - Classificação diagnóstica da hipertensão arterial
(> 18 anos de idade)
Classificação PRESSÃO ARTERIAL (mmHg)
  PAS (mmHg) PAD (mmHg)
Ideal <120 e <85
Normal <130 ou <85
Normal Limítrofe 130-139 ou 85-89
Hipertensão leve (estágio 1) 140-159 ou 90-99
Hipertensão moderada (estágio 2) 160-179 ou 100-109
Hipertensão grave (estágio 3) > 180 ou > 110
Sixth Joint National Committee on Prevention, Detection, Evaluation and Treatment of High Blood Pressure

A hipertensão arterial é definida através de três critérios: fisiológico, operacional e diagnóstico. Segundo critério fisiológico, hipertensão arterial é a elevação crônica da pressão arterial sistólica e/ ou diastólica, cujo tratamento traz mais benefícios do que prejuízos.

O critério operacional estabelece uma linha divisória entre pressão normal e elevada pois a hipertensão arterial é uma variável contínua e quanto mais elevada pior é o prognóstico. O critério diagnóstico, baseado nos níveis tensionais, estabelece quais são as cifras consideradas normais ou elevadas.

Segundo o sexto "Joint National Committee on Prevention, Detection, Evaluation and Treatment of High Blood Pressure" (Tabela 1), nos adultos acima de 18 anos de idade e nos idosos é considerada pressão arterial ideal quando os níveis sistólicos são < 120 mmHg e os níveis diastólicos < 80 mmHg. Níveis sistólicos < 130 mmHg e diastólicos < 85 mmHg são considerados normais. Níveis sistólicos > 130 e < 139 mmHg e diastólicos > 85 e < 89 mmHg são considerados elevados, porém, ainda normais. Na hipertensão arterial os níveis sistólicos são > 140 mmHg e/ou diastólicos > 90 mmHg. A hipertensão arterial, segundo os níveis tensionais, é dividida em três estágios. No estágio I, a pressão sistólica varia de 140 a 159 mmHg e/ou pressão diastólica de 90 a 99 mmHg. No estágio II, a pressão sistólica varia de 160 a 179 mmHg e/ou a pressão diastólica de 100 a 109 mmHg. No estágio III, a pressão sistólica é > 180 mmHg e/ou a pressão diastólica é > 110 mmHg. A classificação não se alica à população em uso de medicamento hipotensores. Quando a pressão arterial sistólica e diastólica pertencerem a diferentes estágios, considerar o nível mais elevado. Por exemplo, pressão arterial 166/92 mmHg é classificada como estágio II enquanto que pressão arterial 176/120 mmHg é classificada como estágio III de hipertensão. As cifras devem resultar da média de duas ou mais medidas.

COMO REALIZAR A DETECÇÃO E CONFIRMAÇÃO DA PRESSÃO ARTERIAL

A pressão arterial deve ser medida de modo padronizado usando equipamentos que esteja de acordo com os critérios de certificação. As seguintes técnicas são recomendadas:

  • O paciente deve estar sentado em uma cadeira com as costas apoiadas e os braços despidos e apoiados no nível do coração. Os pacientes devem abster-se de fumar ou ingerir cafeína durante os 30 minutos que antecedem a medida.
  • Em circunstâncias especiais, medidas da pressão arterial nas posições supina e ortostática podem ser indicadas.
  • A medição deve começar depois de pelo menos 5 minutos de repouso.
  • Um manguito de tamanho apropriado deve ser usado para garantir a precisão da mensuração. A câmara dentro do manguito deve envolver pelo menos 80 por cento do braço. Muitos adultos vão necessitar de um manguito adulto grande.
  • As medidas devem ser realizadas preferencialmente com um esfigmomanômetro de mercúrio; por outro lado, um manômetro aneróide recentemente calibrado ou aparelhos eletrônicos validados podem ser usados.
  • Ambos, PAS e PAD devem ser registradas. O aparecimento do primeiro som ( fase 1) é usado para definir a PAS. O desaparecimento do som (fase 5) é usado para definir a PAD.
  • Deve-se calcular a média de duas ou mais medidas separadas por 2 minutos. Se a primeira das duas leituras diferir mais do que 5 mmHg, leituras adicionais deverão ser obtidas e calculadas a sua média.

QUAIS FATORES ESTÃO RELACIONADOS COM A PRESSÃO ALTA

Na maioria das pessoas, a pressão alta deverá ser tratada e acompanhada por toda a vida, sendo o tratamento realizado com ou sem remédios. Praticar exercícios físicos todos os dias, reduzir o sal nas refeições, controlar o stress, não fumar, manter o peso e ingerir bebidas alcoólicas em pequenas quantidades, pode normalizar ou ajudar a controlar a pressão alta. É fundamental seguir o tratamento e as orientações corretamente, todos os dias por toda vida, para conseguir evitar ou reduzir o aparecimento de complicações como o derrame, infarto, funcionamento insuficiente dos rins e outros orgãos.

Sal - tempero mais popular da culinária brasileira. As pessoas consomem, em média, 10 gramas de sal por dia, o equivalente a 4 colheres das de café cheias.Entretanto, nosso corpo somente necessita menos de uma colher de café, e esta quantidade existe normalmente nos próprios alimentos.O excesso de sal devido a presença do teor de sódio pode contribuir para piora da pressão alta, prejudicando o efeito dos remédios e tornando mais difícil o controle da hipertensão.Os médicos recomendam que as pessoas não devem exagerar no sal, independente de terem ou não problemas de pressão.Para restringir o consumo de sal, não coloque durante o preparo dos alimentos, com o uso do saleiro você consegue saber quanto de sal está ingerindo e evite comer comidas salgadas e enlatados.

Álcool - o grande perigo está no excesso. Além de tornar-se facilmente um vício, a bebida pode piorar uma gastrite, tem muitas calorias (e portanto, em nada ajuda quem quer perder peso) e pode aumentar perigosamente os efeitos dos remédios que baixam a pressão. Aconselha-se que os homens hipertensos consumam no máximo 30ml de etanol/dia, o que corresponde a 60ml de bebidas destiladas, como uisque, vodca, aguardente, 240ml de vinho ou 720ml de cerveja. No caso das mulheres e pessoas de baixo peso não se deve ultrapassar 15ml de etanol/dia. Mas o mais importante: bebidas alcoólicas em grande quantidade, todos os dias, prejudicam seriamente órgãos como o cérebro, fígado, pâncreas e o coração.

Obesidade - muitos estudos mostram que existe relação entre obesidade e a hipertensão arterial. À medida que a pessoa ganha peso, sua pressão arterial sobe, que o contrário tambem é verdadeiro. A associação da obesidade à hipertensão tem sido notável, principalmente em crianças e adultos jovens. Portanto, a redução de peso é muito importante para o controle da pressão alta.
Exercícios - pessoas que levam uma vida sedentária correm maior risco de ataque cardíaco do que aquelas que fazem algum tipo de exercício. Os exercícios devem ser seguidos com orientação médica, eles ajudam a baixar a pressão e melhoram a "força do coração". Exercícios estáticos, como levantamento de peso, devem ser evitados, porque provocam aumento repentino da pressão. Já os dinâmicos, como andar, correr, nadar, andar de bicicleta, são bons para saúde.Os exercícios devem ser sempre orientados por médicos. A tentativa de ficar em forma de uma hora para outra e praticar exercícios somente nos fins de semana obrigam o corpo a grandes esforços, que podem ser perigosos. Caminhar é uma ótima opção, é uma atividade leve, não oferecendo risco de machucar as juntas ou a musculatura.

Fumo - além de prejudicar todo o sistema respiratório, ele agrava as doenças do coração, porque piora a arteroesclerose, endurecendo as artérias. Isto aumenta a pressão e os ataques cardíacos. Decididamente, o fumo não é um bom negócio.Quem pára de fumar, melhora a saúde de seus pulmões, coração e artérias em geral. Estudos mostram que o índice de mortalidade por ataque cardíaco em pessoas que deixaram de fumar é bem mais baixo se comparado às que continuam fumando.

Colesterol - o colesterol é um tipo de gordura que nosso corpo precisa para funcionar normalmente, mas em excesso ele pode bloquear as artérias até que elas fiquem entupidas e provoquem problemas sérios. Na verdade, a parte "ruim" do colesterol, chamada LDL colesterol, é a que se deposita nas artérias e resulta na arteroesclerose. A parte "boa" do colesterol, chamada de HDL-colesterol, retira o colesterol do sangue, evitando o seu depósito nas artérias. O colesterol alto e a pressão alta somados são as principals causas de infarto do coração.

Raça - Os negros têm maior probabilidade à hipertensão do que a raça branca. A teoria mais aceita hoje é a de que os negros são mais sensíveis ao sal por fatores genéticos.

Estresse - a vida moderna trouxe a chamada tensão emocional "stress", que pode ser muito prejudicial para quem tem problemas de coração ou pressão alta. O "stress" faz com que o nosso cérebro libere substâncias chamadas catecolaminas que provocam o estreitamento das artérias. Procure sempre programar suas atividades, dividindo responsabilidades e reservando tempo para o lazer, convívio com os amigos e a família. Evite cigarros e bebidas alcoólicas quando estiver ansioso.

Atividade sexual - Neste caso deve-se estabelecer o limite ideal, de acordo com a orientação médica. Você, juntamente com seu parceiro, podem estabelecer um acordo e chegar ao ponto ideal, sem sacrificar a satisfação do prazer das duas partes.

EXAMES LABORATORIAIS NECESSÁRIOS

Os mais freqüentes são:

  • Glicemia -verificar teores de glicose no sangue - descontrolada afeta os rins e contribui para o aumento da pressão.
  • Triglicérides e colesterol - a elevação de teores de gordura no sangue favorece a formação de placas de gorduras nas artérias e também favorece a aterosclerose.
  • Creatinina - Avalia o funcionamento dos rins.
  • Urina tipo 1 - Auxilia na avaliação da função renal.
  • Ultra-som dos rins - Avalia a função geral do rim (tamanho e formato do orgão).
  • Sódio e potássio - A hipertensão pode alterar os teores destes minerais no organismo.
  • Ácido úrico - pode estar aumentado em pacientes hipertensos (pacientes podem apresentar a gota).
  • Eletrocardiograma e ecocardiograma - avaliam o funcionamento do coração.
  • Fundo do olho - avaliação da retina, pois os vasos podem estar lesados caso o paciente seja hipertenso a muito tempo.

QUAL O TRATAMENTO PARA PRESSÃO ALTA ?

Os objetivos do tratamento da pressão alta são prolongar a vida, aumentar a qualidade de vida e evitar o comprometimento de órgãos que afetam a qualidade de vida. Nos casos de pressão arterial elevada leve, o controle de peso e a redução do consumo de sal podem ser suficientes, mas é o médico quem deve tomar essa decisão. O tratamento com medicamentos é diferente para cada pessoa, de acordo com seu quadro clínico. Há diversos tipos de medicamentos que controlam a pressão arterial através de diferentes mecanismos:

  • Inibidores adrenérgicos (de ação central, alfa-1 bloqueadores, betabloqueadores)
  • Diuréticos
  • Vasodilatadores diretos
  • Inibidores da Enzima Conversora de Angiotensina (ECA)
  • Antagonistas dos canais de cálcio
  • Antagonistas do receptor da angiotensina


COMO PROCEDER PARA QUE O TRATAMENTO SEJA BEM SUCEDIDO?
FATORES BÁSICOS:

  • Avaliação adequada da hipertensão.
  • Seguir adequadamente os critérios médicos.
  • Uso regular dos medicamentos recomendados
  • Visitas periódicas ao médico.

PARA QUE O TRATAMENTO DÊ CERTO TUDO DEPENDE DE VOCÊ.

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